sábado, 30 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
UM RASTRO DE LUZ NO MUNDO...
Gosto muito da
parábola contada pelo Dr. Dale Elizabeth Turner, intitulada: “O Acendedor de
Lampiões”: “Algumas pessoas entram em nossas vidas e rapidamente desaparecem.
Outras ficam por alguns momentos e deixam pegada em nossos corações, e nunca
mais somos os mesmos”.
Sir Harry
Lauder, o humorista escocês, adorava referir-se a um velho acendedor de
lampiões na cidadezinha onde vivia quando garoto. Todos os dias, ao anoitecer,
o velhinho saía, com a escada de mão e o lume, para fazer a ronda. Arrumava a
escada de encontro ao poste, subia e acendia o lampião, descia, pegava a escada
e ia até o próximo lampião. Depois de algum tempo, desaparecia de vista. Mas eu
sempre podia dizer qual fora o caminho feito, pelos lampiões acesos e pela luz
que deixava como rastro. O mais alto tributo da vida deveria ser viver de tal
modo a merecer as palavras: Eu sempre sabia qual tinha sido o caminho feito por
ele, pelos lampiões acesos e pela luz que deixava como rastro.
Como o
acendedor de lampiões, cada um de nós podemos deixar um rastro de luz através
da oração neste mundo em trevas. Sejamos esses acendedores de lampiões na vida
das pessoas que nos cercam; pois como luzeiros neste mundo, temos a obrigação
de deixas rastros de luzes... (Mt 5.14-16).
Shalom....Pr. Croce
QUEM FOI GEORGE MULLER? QUAL ERA O SEU SEGREDO?
A.T.Pierson, biógrafo de George
Muller, conta que ele "cuidou de mais de 10.000 órfãos, construindo cinco
casas espaçosas para abrigá-los. Estabeleceu escolas diárias e escolas
dominicais em todo o mundo, nas quais talvez 150.000 crianças foram ensinadas;
e colocou em circulação dois milhões de Bíblias e porções da Escritura. Ele
publicou mais de três milhões de livros e panfletos (...)", somente em
resposta a oração.
Pierson calcula que ele recebeu e
usou para Deus cerca de 7, 5 milhões de dólares (Hoje esse valor seria pelo
menos três vezes maior). Que explicação Muller daria para um serviço tão
frutífero a Deus e aos necessitados do mundo? Quando perguntaram qual era o seu
segredo, ele respondeu: abaixando-se cada vez mais até tocar o chão.
"Foi no dia em que eu morri.
Morri totalmente. Morri para George Muller, suas opiniões, preferências, gostos
e vontade. Morri para o mundo, sua aprovação ou censura. Morri para a aprovação
ou culpa de qualquer um de meus irmãos e amigos; e desde então, eu tenho
estudado somente para apresentar-me aprovado por Deus".
Creio que essa receita ainda é válida para todos
que querem fazer um trabalho somente para Deus. Shalom...
Pr. Croce.
terça-feira, 15 de maio de 2012
“Não deveria eu ter pena dessa grande cidade? (Jn 4.11).
Jonas era ótimo em teologia e péssimo em missiologia.
Para ele Deus é misericordioso, compassivo, muito paciente, cheio de amor e
pronto para perdoar (Jn 4.2). A Assembleia de Westminster deve ter se inspirado
nele quando declarou que Deus “é amantíssimo, gracioso, misericordioso,
longânimo, cheio de bondade e verdade, e perdoa a iniquidade, a transgressão e
o pecado”. Em missiologia, o profeta era quadrado, fechado, apagado, reprovado,
etnocêntrico, nacionalista e bairrista, além de arrogante e vingativo. Até
parece que Deus é amor, mas só para Israel e mais ninguém.
Se para o jovem rico só faltava uma coisa (vender
todos os seus bens em favor dos pobres), para Jonas também faltava uma coisa:
consciência missionária. O profeta nada sabia sobre a teologia de missões
embutida na chamada de Abraão – “Por meio dele (Abraão) todas as nações da
terra serão abençoadas” (Gn 18.18) – e explica nos salmos: “Proclamem entre as
nações os seus feitos” (Sl 9.11).
“Não posso trazer todo mundo a Cristo, mas devo levar
Cristo ao mundo todo”.
Fonte: Refeições Diárias com os Profetas Menores
ELBENM LENZ CÉZAR- Ultimato, p.179.
Shalom...Pr Croce
quarta-feira, 25 de abril de 2012
FAZENDO A ESCOLHA CERTA....
"A vida é
uma questão de escolhas, e toda escolha que você faz é o que faz você. O que
você fará por sua carreira? Com quem se casará? Onde você morará? Até onde você
irá com seus estudos? O que você fará com o dia de hoje? Mas uma das escolhas
mais importantes que você fará é quem você vai se tornar! A vida não é
simplesmente uma questão de conseguir e jogar uma boa carta, como em um jogo.
Aquilo com o que você começa não depende de você. Talento é algo dado por Deus.
A vida é jogar a carta que você manejou bem . Isso é determinado por suas
escolhas". Texto Adaptado de : ( John Maxwell - Talento não é Tudo).
Shalom...Pr Croce.
O QUE PAULO CONSIDERAVA COMO MAIOR PROVEITO DO EVANGLEHO: ABSURDO, UTOPIA OU REALIDADE?
"E quero, irmãos que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram
para maior proveito do Evangelho" (Fp 1.12).
Que coisas aconteceram a Paulo? Ele foi perseguido em Damasco, rejeitado em
Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado e preso em
Filipos, escorraçado de Tessalônica, enxotado de Bereia, chamado de tagarela em
Atenas e de impostor em Corinto, Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em
Jerusalém, acusado em Cesareia. Enfrentou o naufrágio na viagem para Roma e foi
picado por uma cobra em Malta. Chegou a Roma preso e algemado. Estava, agora,na
antessala do martírio, no corredor da morte, com o pé na sepultura e a cabeça na
guilhotina de Roma. Mas olhava para as circunstâncias pelos óculos da
providência divina, dizendo que elas, longe de destruí-lo, contribuíram para o
progresso do Evangelho. Será que ainda temos considerações como essas nos homens
de Deus da atualidade? Ou tais argumentações nos dias de hoje seriam tidas como
absurdas e utópicas?
Shalom...Pr Croce.
terça-feira, 17 de abril de 2012
PALAVRAS DURAS...
"As vossas palavras foram agressivas para mim diz o SENHOR..." (Ml 3.13 a).
Entre a palavra branda e a palavra dura há uma grande distância; entre a
verdade e a mentira há uma grande distância; entre o louvor e a queixa há uma
grande distância. Mas, entre o desabafo e a murmuração a distância é muito
pequena.
As palavras duras das quais o SENHOR se queixa são os discursos insolentes,
são os argumentos arrogantes, são as respostas evasivas, são as desculpas
cínicas que o povo apresenta a Deus na época de Malaquias e de Neemias, por
volta do ano 450 antes de Cristo. Para cada denúncia da parte do SENHOR havia
uma declaração de inocência, provocada pela banalização do pecado e pela perda
completa da boa consciência.
Deus concede ao ser humano o direito ao desabafo e às lamúrias, para que o
coração cheio de dor, tristeza e amargura seja lavado e esvaziado, como
aconteceu com Jó (Jó 7.11), Jeremias (Jr 20.14-18) e o salmista (Sl 22.1,2). O
desabafo que se converte em murmuração, deixa imediatamente de ser desabafo e se
transforma em pecado grave (1 Co 10.10). Portanto, é necessário erguer um alto
muro entre o desabafo e a murmuração para não pecarmos contra Deus. Shalom...Pr
Croce.
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