quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

AINDA HÁ ESPERANÇA...


“Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja esperança é o SENHOR” (Jr 17.7)
Ainda há esperança no mundo. Apesar das guerras, da outra face da ciência e das transformações sociais, morais, éticas, políticas e científicas, ainda não classificadas com exatidão, a esperança continua existindo.
Embora o barco pareça soçobrar e a tripulação e os turistas não entrarem em pânico, não se dissipou a esperança de salvamento.
Não há melhor estado de espírito do que este. Mas é preciso investigar também as bases em que repousa a esperança. Se não houver fundamento sólido, a esperança será falsa e provocará a mais desagradável sensação. Sentiremos-nos traídos malogrados. E é isso que vai acontecer, pois a esperança está sendo colocada em coisas que não suportam seu peso.
Muitos confiam na palavra dos astrólogos, nas influências magnéticas. Outros convergem toda a sua esperança para as previsões e conquistas da ciência, não obstante os problemas que ela mesma cria. Alguns acreditam firmemente na evolução da humanidade, dependente ou independente da religião, valendo-se de suas amargas experiências passadas.
Sem esperança não se vive. Ela é a última que morre, antes de nós bem entendido. Mas não é para se agarrar a qualquer caniço agitado pelo vento. Alguém demonstrou possuir qualidades inerentes e autoridade para sustentar o volume e o peso de nossa esperança, através do tempo e do espaço. ESSE ALGUEM É CRISTO, A ÚNICA ESPERENÇA!
Shalom...Pr. Croce

NÃO SE ESQUEÇA DE SER FIEL NAS COISAS PEQUENAS...




“Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lucas 16.10 NVI).
Você precisa valorizar tanto as coisas pequenas como as grandes. Não é para valorizar mais as coisas grandes e menos as pequenas. Nunca porei primeiro as coisas grandes diante de você. Começo sempre com as pequenas. Você só será fiel nas coisas grandes se aprender a ser fiel nas pequenas. Não tenha pressa. Você precisa crescer de uma etapa menor para uma etapa maior. É como se fosse uma escola, na qual você passa de uma classe para outra, progressivamente.
Hoje, peço que você vá a uma cidade qualquer da Judéia; amanhã, que vá a uma cidade qualquer da Samaria; depois de amanhã, que vá a uma cidade qualquer dos confins da terra. Hoje, peço que você dê o dízimo de tudo; amanhã que dê a metade de tudo; depois de amanhã que me dê tudo o que tem; No presente, você é incapaz de dar tudo o que tem, mas no futuro próximo, você dará o que tem e o que não tem.
Na verdade, acima de nós o nosso SENHOR continua comandando tudo sobre nossa vida, mesmo que tenhamos a consciência do “livre arbítrio”. Nossas atitudes farão o nosso destino que já está traçado mediante o código da obediência a Ele.
Não se esqueça de ser fiel nas coisas pequenas, pois quem é fiel no pouco, também é fiel no muito.
(Texto adaptado de Refeições Diárias com Jesus: Elben M. Lez César).
Shalom... Pr. Croce.

NÃO SE ESQUEÇA DO IMPOSSÍVEL QUE VIRA POSSÍVEL.



“Ele transformou o mar em terra seca, e o povo atravessou as águas a pé; e ali nos alegramos nele (Sl 66.6 NVI).
Existem o fácil e o difícil, o mais fácil e o mais difícil, o possível e o impossível. Todavia, o difícil pode tornar-se fácil e o impossível pó tornar-se possível. Quando eu disse que “é mais difícil um rico entrar no reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha” (Lc 18.25 NTLH), não estava dizendo que a salvação daquele moço rico era literalmente impossível. Pois a fé, mesmo pequena como uma semente de mostarda, pode remover montanhas tão altas como o monte Hermom.
Lembre-se de que o meu Pai “pode fazer o que os homens não podem” (Lc 18.27, BV). A palavra “impossível” pertence ao vocabulário humano; a palavra “possível” pertence ao vocabulário divino.
Lembre-se do cordeiro do monte Moriá (Gn 22.13), do caminho seco do mar Vermelho (Sl 66.6), da gravidez de Isabel (Lc 1.36), daquele jovem que respirava ameaças de morte aos crentes (At 9.1). Frente ao que parece ser impossível, chame o meu Pai pelo nome de “o Senhor proverá”.
“E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê... (Mc 9.23 ARC).
Esse é o meio que o impossível vira possível. Que sejam esses dias de muitos impossíveis possíveis em tua vida, em nome de Jesus.

(Texto adaptado de Refeições Diárias com Jesus: Elben M. Lez César).

Shalom... Pr Croce.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O DES-GOSTO...


Estive pensando nesta palavrinha que sorrateiramente invade a cidadela de muitas vidas. A princípio podemos ver sua abrangência semântica, que se configura na ausência de gosto, no desprazer, descontentamento, tristeza, mágoa, pesar, repugnância etc. O campo de ação é vasto.

Os fatores que culminam no desgosto são diversificados; mas a sua construção é lenta e progressiva. Ninguém fica desgostoso de uma hora para outra. Existe um processo de desprazer lento que vai roubando o gosto daquilo que tanto se aprecia. Vejamos algumas coisas que podem se transformar num des-gosto:
    1. Uma seqüência de atitudes e palavras ferinas...
    2. Traições contínuas...
    3. Desobediências e rebeldias crescentes de filhos...
    4. Incompreensões ascendentes sobre questões familiares...
    5. O viciado compulsivo...
    6. Atitudes irreconciliáveis, quando o bom senso convida a ponderações, para o ajuste de uma família ou de um casal.
    7. Individualismo doentio, isto é, aquele que conspira e usa a inteligência emocional para desfazer, humilhar e sobrepor-se aos outros, sem nenhum sentimento de consideração ao próximo...
    8. O viciado em soberba, que nunca se humilha e sempre acha que está com a razão. Tais pessoas são incapazes de pedir perdão a outrem, preferem iniciar outra contenda, e jamais se retratarem...
    9. O murmurador compulsivo. Fala de tudo e de todos. Só ele possui a última palavra. Ele é o “sapiente único”.
    10. Um “cristão” com ausência de amor, e conseqüentemente com essas síndromes arroladas acima.
Essas atitudes amargas podem “des-construir” o gosto, o prazer por algo, quando depois de infindas tentativas, percebe-se uma “involução” no processo de cura.

Somente as lições da vida podem ajustar alguém assim, mas isso, lamentavelmente sempre se descortina com muito sofrimento, e de repente aquele que ficou desgostoso nem alcance essa evolução desse causador de desgosto.

O que fica como depósito para o futuro são as orações daquele que mesmo desgostoso, continuou intercedendo para que houvesse a devida interferência do SENHOR. Que o Senhor nos ajude a suportar e orar por esses que nos causam desgostos...

Shalom...Pr. Croce